Notícias e Eventos Blue Solutions

Atualizações sobre produtos, Informações Técnicas, Dicas para Ambientes de TI, Virtualização, NOC, Operações de TI, Serviços de Segurança, Serviços Gerenciados, Recuperação de Desastres, Continuidade de Negócios e notícias da Blue Solutions.

Evento Business Monitor com Golfe marca fim de ano

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Em parceria com a Ingram Micro Brasil e com a Veritas, a Blue Solutions realizou mais um evento de fim de ano voltado para clientes da área de saúde, na última quarta-feira (16).



Dessa vez o local escolhido foi o Embrase Golfcenter, um campo de golfe em São Paulo, e os clientes puderam interagir com o esporte, aprendendo um pouco da história e das técnicas. Houve uma parte de clínica de golfe onde as pessoas puderam treinar tacadas livres e ao final foi realizado um mini torneio, em uma parte do campo de golfe.




Edgar Monteiro, diretor executivo da Blue Solutions, comandou a apresentação sobre Business Monitor e a Veritas realizou a apresentação "Como o bom gerenciamento de informações e o Big Data podem ajudar o setor de Health Care a economizar bilhões de dólares".


Veja em nosso blog a matéria "Quantos Terabytes de Dark Data sua empresa tem acumulado", relacionada com a apresentação feita pela Veritas.


Além disso, os convidados puderam aproveitar um delicioso jantar com rodízio de pizzas e ao final houve sorteio de brindes.







Veja mais fotos do evento:






É mais um evento que a Blue Solutions realiza para encerrar mais um que passou.
Desejamos a todos boas festas e um ano de 2016 cheio de prosperidade e realizações!!

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Quantos Terabytes de Dark Data sua empresa tem acumulado?

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Dark Data é um termo menos conhecido e não tão glamouroso como Big Data, mas muitas empresas tem coletado esse tipo de informação e gasto muito dinheiro armazenando, sem necessariamente fazer uso das mesmas.

A maioria das empresas tenta acumular todas as informações transacionais possíveis de um cliente, e concentram suas análises nesses dados, tais como históricos de compras, endereços fornecidos, números de cartão, mas muitos outros dados são coletados nesse processo e nem sempre são considerados, como, por exemplo, o horário em que determinado cliente acessa, se a conexão era mobile ou desktop, ou mesmo a localização física onde o cliente fez a compra.

Os dados considerados como Dark Data são um subproduto na aquisição dos dados transacionais, muitas vezes armazenados, mas poucas vezes considerados na solução de problemas e detecção de padrões. São dados armazenados muitas vezes para comprovar que uma determinada ação ocorreu, mas que são obsoletos do ponto de vista operacional da empresa.

Alguns exemplos de Dark Data:

  • Dados gerais de clientes
  • Dados de compras já entregues
  • Dados de pedidos já recebidos
  • Arquivos de logs
  • Extratos de contas
  • Dados de ex-empregados
  • Declarações financeiras
  • Dados brutos de pesquisas (respostas)
  • E-mails antigos
  • Anotações ou apresentações
  • Versões anteriores de documentos relevantes

Enfim, a geração desse tipo de informação não tem fim.

Quais os perigos?

Muitas vezes algumas dessas informações são sensíveis e devem ser protegidas contra violação, vazamento e perda como outras informações, isso implica em altos custos para manter esses dados nem sempre relevantes.

Também tem a tendência de se acumularem muito rapidamente e com isso aumentar os custos de processamento, armazenamento e backup dessas informações, prejudicando performance em sistemas críticos de maior relevância mesmo que esses dados não sejam utilizados

Quais as oportunidades?

Com esse tipo de informação muitas questões do negócio podem ser respondidas, por exemplo:

  • Existem clientes que compram em lojas do mesmo grupo em diferentes localidades? 
  • Eles compram os mesmos produtos nessas lojas?
  • Existe um horário ou dia da semana em que determinado cliente costuma comprar?
  • Existe um horário que um determinado cliente lê nossos e-mails? Isso coincide com a compra? Será que se aproximarmos o horário que enviamos o e-mail com o horário que ele normalmente compra, ele passará a comprar mais?
  • Nossos servidores de e-commerce tem entregado todas páginas com alta performance? A taxa de fechamento das vendas está relacionado com a performance das páginas? Existe alguma região do país onde a performance é baixa? Compensa colocar um servidor mais próximo desses clientes para melhor atendê-los?
  • Existem clientes de uma determinada região que tem demandado mais serviços que os demais? Nessa região existe algum fator crítico de infraestrutura que nos impede de atender bem o cliente? É possível reverter isso?

Case prático

Um exemplo prático ocorreu com a Gate Gourmet, uma empresa que presta serviços de alimentação para companhias aéreas na Suíça. A Gate Gourmet tinha uma baixa taxa de satisfação entre os funcionários.

Depois de analisar dados demográficos entre os funcionários que haviam saído da empresa, descobriram que boa parte da insatisfação poderia estar relacionada com a distância de moradia dos funcionários aos aeroportos e os meios de transportes disponíveis.

A Gate Gourmet mudou seu processo de contratação depois disso, passando a levar em conta esse tipo de informação e viu seus índices melhorarem significativamente.

E para sua empresa?

Claro que ninguém vai começar a levantar novas questões e descobrir novas constatações do nada, é preciso iniciar um processo de análise de dados, gestão a vista e descoberta de dados com uma ferramenta de Business Inteligence, com suporte a Data Analytics e Data Discovery.

Talvez os primeiros passos sejam confusos, inseguros e tortuosos, mas a prática leva a perfeição, então o primeiro passo é começar.

Referência do case: IDG Connect



Sobre o autor
Fernando Ulisses dos Santos
Diretor de Tecnologia na Blue Solutions
Especialista em Segurança da Informação
Certificado VCP-DCV, VCAP-DT, VCP-DT
Fernando Ulisses dos Santos

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Evento de Saúde & Tecnologia com soluções Oracle

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A Blue Solutions, empresa com mais de 11 anos de experiência na atuação em soluções da tecnologia da Informação, e com grande conhecimento no segmento de HealthCare, realizou em conjunto com a Ação Informática e Oracle, um encontro onde foi abordado o tema “Saúde e Tecnologia com soluções Oracle.”


 O evento aconteceu no dia 26 de novembro de 2015, no NB Steak, em São Paulo, e contou com a participação de diversas instituições do segmento da saúde, e em especial a participação de uma empresa do segmento de varejo. Os participantes foram buscar conhecimento das soluções Oracle, segurança e continuidade de negócios, em um mercado em que também se faz necessário manter o atendimento 24h por dia, sem paradas ou falhas e com o melhor custo x benefício.


Iniciamos a abertura do evento com as boas-vindas, e em seguida foi apresentado pelo Adhálber Imanishi – Brand Manager Oracle da Blue Solutions, um breve comentário sobre como aplicarmos a continuidade de negócios na TI e os desafios dos CIOs.


Em seguida, foi palestrado pelo Sr. Reinaldo Ueno - Oracle Red Stack Sales, sobre a solução ODA – Oracle Database Appliance e suas facilidades e escalabilidade com total robustez e segurança. Ainda, houve a apresentação do case de sucesso utilizando solução Oracle da empresa Green Line Saúde, apresentado pelo Sr. Mauricio Garcia - Gerente de TI do grupo.

E para finalizar nossa manhã de tecnologia, tivemos um belo almoço servido pela equipe da NB Steak, onde pudemos saborear uma diversidade de carnes nobres.

Da esquerda para direita: Adhálber Imanishi (Brand Manager Oracle da Blue Solutions); Reinaldo Ueno (LAD ODA Product Manager); Daniel Ortiz (Diretor de Soluções da Blue Solutions); e Maurício Garcia (Gerente de TI da Green Line).




Vejas mais fotos na página do Facebook da Blue Solutions.

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Blue Solutions no Business Club Healthcare

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A Blue Solutions participa de mais um evento de encerramento do ano de 2015, o Business Club Healthcare, organizado pela TM JOBS, que sempre nos traz ano a ano muitas experiências.


O evento da área de saúde aconteceu no dia 30 de novembro, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.


Neste evento, tivemos a oportunidade de rever as lideranças do setor e expandir o relacionamento. Ainda foram homenageados os destaques do ano no segmento de Healthcare, e em conjunto degustamos os melhores vinhos e cafés com Sommelier e Baristas renomados.

Adhálber Imanishi (Executivo de Vendas da Blue Solutions) e Tânia Machado (CEO da TM JOBS/organizadora do evento) 

Avi Zins (Consultor), Jacson Barros (CIO do Hospital das Clínicas de SP) e Adhálber Imanishi (Executivo de Vendas da Blue Solutions)

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Business Monitor 1.8.4 traz novidades em filtros nas Views

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A nova versão do Business Monitor foi liberada essa semana para atualização e traz novidades nas implementações das Views.

Agora é possível aplicar filtros diretamente nas Views, com comparadores lógicos avançados e macros, abaixo uma captura de tela com um filtro simples:


Com isso os RecordSet podem ser escritos de forma mais simples, de modo a existirem menos RecordSets fazendo a extração de dados (ETL) e otimizando as consultas à base principal.

Outras mudanças menores e pequenas correções de bugs estão documentadas na página de atualizações.

Atualize já sua versão!

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Blue Solutions participa do Roadshow da Dell em São Paulo

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Na última quarta-feira, dia 25 de novembro, a Blue Solutions participou de mais um Roadshow promovido pela Dell, dessa vez em São Paulo, no Hotel Hyatt.


O evento teve apoio da Microsoft e da Intel e contou com a presença de diversos clientes, que discutiram inovações do setor de tecnologia.

Com diversas palestras e casos de sucesso de clientes, o objetivo do evento era discutir os desafios e as tendências que afetam os CIOs e suas equipes. Os temas abordados nas palestras foram sobre segurança da informação, desafios da proteção de dados e de mobilidade.


O IDC, uma das principais consultarias e institutos de pesquisa em TI do Brasil, ministrou uma palestra sobre "desafios da busca da eficiência de TI em tempos de Cloud, Big Data, Mídias Sociais e Mobilidade".

Equipe Blue Solutions: Michelle Feierabend (à esquerda), Adhalber Seiji (ao centro) e Alexandre Alves (à direita)

Segundo Fabiano Ornelas, Diretor de Canais da Dell Brasil"A Dell tem se fortalecido, cada vez mais, como uma fornecedora de soluções de TI ponta-a-ponta, por meio de um portfólio completo – que inclui hardware, software e serviços – direcionado tanto a usuários finais, como a micro, pequenas, médias e grandes empresas. Esse evento foi uma oportunidade para compartilhar com os profissionais de TI, de cada uma das cidades previstas, conteúdos exclusivos que podem ajudá-los a inovar a TI, além de proporcionar a troca de informações e experiências entre os participantes" (Fonte: Dell).




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A Importância do Monitoramento no Ambiente de TI

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A cada dia o ambiente de tecnologia da informação vem sendo mais importante, pois cada vez mais a TI está relacionada diretamente com os negócios das empresas.

Profissionais de TI são cada vez mais cobrados para garantirem a alta disponibilidade de ambientes sem qualquer “downtime” nos serviços críticos e de negócios da empresa. O problema é que esse processo de garantir que não ocorra qualquer problema no ambiente não é uma tarefa fácil quando não se utiliza uma ferramenta de monitoramento para o mesmo.

Fonte: Profissionais TI

Quando falamos de um ambiente de TI, o “downtime” pode ser ocasionado desde um problema de aquecimento nos servidores a um problema numa porta de switch. Realizar uma avaliação manual item a item para descobrir a causa raiz de um problema pode ser bastante trabalhoso e até mesmo consumir diversas horas de trabalho visto que, quanto maior o ambiente, maior a demanda de gerenciamento.

De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria norte-americana Forrester, com 157 profissionais de TI, o custo de uma hora de inatividade (downtime) em uma organização pode variar entre 10 e 1 milhão de dólares.

O estudo também apontou muitas informações relevantes, tais como:

34% dos entrevistados passam por problemas de indisponibilidade todos os dias;
42% levam entre uma hora e uma semana para identificar a raiz de um problema nos serviços de TI;
60% deles costumam envolver entre quatro e dez funcionários na solução do problema.
Observem que, além de termos a indisponibilidade dos serviços, ainda temos os recursos de colaboradores utilizados de forma inadequada, visto que poderiam estar em projetos com foco no negócio, agindo proativamente e não “apagando incêndios”.

Mas, quando falamos na importância do monitoramento, não limitamos apenas a agir proativamente não deixando que ocorra um “downtime” nos serviços. Falamos também de monitoramento de recursos indiretos que poucas vezes os responsáveis pelo ambiente de TI observam. Um exemplo claro seria de uma empresa que contrata duas operadoras para garantir que nunca fique sem acesso à internet (redundância de link), mas que, após implantar um monitoramento no ambiente de TI, percebe que o segundo link fica com frequência indisponível, ou seja, a empresa paga por ambos os links e o secundário fica off-line direto. Neste caso, se o primeiro link ficar indisponível, o segundo poderia também estar, podendo assim afetar os usuários e os negócios.

Além deste cenário citado acima, o monitoramento também é muito importante para realização de investimentos corretos no ambiente de TI, pois a equipe consegue enxergar tendências do seu ambiente. A grande maioria das empresas possuem um TCO (Total Cost of Ownership), ou seja, tem uma estimativa financeira projetada para investimento no departamento de TI. Quando falamos principalmente de médios e grandes ambientes, onde o valor de TCO e de demanda são muito altos, qualquer falha pode ocasionar problemas irreparáveis.

Se o ambiente possui um monitoramento, os responsáveis pela TI conseguem obter dados suficientes para projetarem uma tendência de demanda, ou seja, é possível prever que em 3, 4, 5 meses a demanda por recursos (memória, cpu, network, discos, etc.) poderá ser maior, garantindo que o orçamento seja aplicado no que realmente é necessário.

O monitoramento de ambientes de TI possui diversos benefícios e a cada dia vem ganhando mais espaço. Devido a isso que empresas de portes variados estão investindo na criação do seus ambientes de monitoramento, denominado NOC, seja este interno ou com terceiros.

NOC é a definição de Network Operations Center ou Centro de Operações de Rede, local onde se centraliza a gerência do ambiente utilizando ferramentas de monitoramento conhecidas como Network Management System (NMS).

O NOC garante:

  • Colaboradores agindo proativamente;
  • Total disponibilidade dos serviços;
  • Projeção e avaliação de tendências;
  • Análise do Service Legal Agreement (SLA);
  • Relatórios do ambiente.


Aproveite e acompanhe a evolução do seu negócio online, com o Business Monitor. Você pode controlar diversos indicadores de TI e de outras áreas que irão fazer a diferença na sua gestão.



Fonte: Profissionais de TI, matéria escrita por Jorge Pretel.

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Blue Solutions no Dell World 2015

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A Blue Solutions participou no final do mês passado, entre os dias 20 e 22 de outubro, do Dell World 2015, evento anual da Dell que reúne clientes, jornalistas, parceiros e analistas.



O evento aconteceu em Austin, nos Estados Unidos, e apresentou novos produtos, soluções e serviços. Foram abordados os temas de Cloud Computing, Big Data, mobilidade e internet das coisas.

A Dell reforçou o portfólio nas áreas de Big Data e de solução para Data Center, para atender a demanda por tecnologias, combinando custo acessível e maior eficiência nos negócios.


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Extraindo Indicadores do sistema de chamados de TI

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A algum tempo atrás escrevi um  artigo sobre 6 indicadores para a TI onde dei alguns exemplos de indicadores para ajudar na gestão da área de TI das empresas.

Acontece que nem todo mundo tem sistemas para gerar os indicadores e a facilidade para fazer as SQLs e extrair esses indicadores dos sistemas, então preparamos uma forma simples de realizar essas tarefas.

Basta fazer o download da versão Lite do Business Monitor (que está gratuita por tempo limitado) e baixar um template que preparamos para alguns sistemas com os SQLs e configurações já prontas.

Em somente 20 minutos de trabalho para quem tiver os recursos e senhas de acesso é possível colocar para rodar o Business Monitor e extrair os indicadores, depois pode personalizar a vontade.



PROCEDIMENTO PARA O OCOMON

PROCEDIMENTO PARA O OTRS

Se você usa algum outro sistema para controlar os chamados da TI, nos escreva que montamos os indicadores.


Sobre o autor
Fernando Ulisses dos Santos
Diretor de Tecnologia na Blue Solutions
Especialista em Segurança da Informação
Certificado VCP-DCV, VCAP-DT, VCP-DT
Fernando Ulisses dos Santos

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Ingram Micro compra Grupo Ação

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A Ingram Micro anunciou na noite desta terça-feira, 20, a aquisição do Grupo Ação, uma das maiores empresas brasileiras do segmento de distribuição de TI, por um valor não divulgado.

Com operações no Brasil, Colômbia, Chile, Peru, Uruguai e Equador, a Ação tem em seu portfólio marcas como IBM, Oracle, Red Hat, EMC, HP Enterprise e VMware. Com a aquisição, a Ingram espera aumentar seu faturamento global em cerca de US$ 300 milhões anuais.

A transação, que está sujeita às habituais condições regulatórias e outras premissas de fechamento, deve ser concluída no final do quarto trimestre de 2015. A empresa, que não revela resultados regionais, tem um faturamento anual na faixa do US$ 43 bilhões.

Segundo destacou a empresa norte-americana em comunicado, os principais líderes da Ação concordaram em se unir à Ingram Micro para o processo de integração e a condução da companhia dentro da operação da Ingram.

Para o CEO da Ingram Micro, Alain Monié, a compra da Ação chega como um "complemento perfeito" para o ritmo de crescimento dos negócios da multinacional na região.

“A Ingram Micro tem sido extremamente bem sucedida na rápida expansão de seus negócios de alto valor na América Latina, em especial no Brasil, onde já se estabeleceu como um dos distribuidores líderes de tecnologia e tem conquistado fortes taxas de crescimento de dois dígitos em moeda local por vários trimestres", avalia o CEO.

Segundo o executivo, o plano com o novo alinhamento é de identificar oportunidades significativas de cross-seling nos países em que as duas empresas tem operações, expandindo o portfólio de ofertas de alto valor.

“A Ingram Micro é a parceira perfeita para nos ajudar a dar continuidade ao crescimento de negócios de alto valor na América Latina. Juntos poderemos acelerar ainda mais o grande desempenho que nossas empresas individuais têm proporcionado aos clientes", completa Enio Issa, presidente do Grupo Ação.

No Brasil desde 1997, a Ingram Micro oferece produtos e soluções de 50 fabricantes no modelo de VAD, VOD, mobilidade, automação e a nova unidade de cloud criada no primeiro semestre deste ano. Com sede administrativa em Barueri (SP), a empresa tem centros de distribuição em Barueri, em Serra (ES), assim como escritório comercial e centro de treinamento em Belo Horizonte (MG).

Presente em todo o território nacional, com sede em São Paulo e filiais em Porto Alegre, Rio de Janeiro e Brasília, o grupo Ação opera em sete países: Brasil, por meio da Ação Informática, e Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai, por meio da AKTIO.

Ao todo são mais de 300 colaboradores. Em 2014, a Ação faturou R$ 1,2 bilhão, uma alta de 23% frente aos resultados do ano anterior.

A compra do Grupo Ação pela Ingram é mais um indício de um provável processo de consolidação no mercado brasileiro de distribuição de TI, puxado por grandes multinacionais comprando distribuidoras locais para aumentar sua presença local.

Para as empresas estrangeiras, o período de baixa parece ser o momento ideal de investir no país, preparando o terreno para uma consolidação futura do setor e uma possível retomada do crescimento.

Fonte: Banguete, por Leandro Souza.

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Business Monitor 1.8.2 mescla gráficos na exibição

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Nessa nova versão o Business Monitor permite mesclar dois tipos de gráficos em uma única visualização. Esse recurso muito solicitado pelos usuários, permite diferenciar duas informações no mesmo gráfico, como no exemplo abaixo, que exibe o valor total das vendas no período e a quantidade de vendas:


Também pode ser usado com a mesma escala, plotando por exemplo um gráfico de linhas para a meta e um de barras para o valor realizado.

Outra funcionalidades menores implementadas:
  • Permite personalizar os escritos nos lados esquerdo e direito do gráfico
  • Permite que os múltiplos eixos Y tenham escalas de valor diferentes ou não
  • Permite nomes de Dashboards duplicados

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A importância da Gestão à Vista nas organizações

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Você já imaginou um jogo de futebol sem placar? Você vai ao jogo, vê um monte de gente correr para lá e para cá. Algumas vezes a bola entra na rede, as pessoas pulam para comemorar, mas não existe um registro do que aconteceu ali. Depois todo mundo volta para casa. Nada é medido.

Você acha que haveria paixão pelo futebol? O placar de uma partida funciona com o mesmo princípio da gestão à vista, algo que defendo como o ideal para todas as empresas. Tem a mesma função do painel de controle de um automóvel.

Se você pegar um carro e não sabe quanto tem de gasolina nem se a velocidade está certa, não vai conseguir gerenciar o momento certo de abastecer, de acelerar ou frear. Algo vai dar errado em algum momento. Quem em sã consciência aceitaria voar num avião sem o painel de controle? Bem, a gestão à vista vem para responder a questões como essas no universo das empresas.

Colocar dados à vista para todos ajuda a calibrar onde deve estar concentrado o esforço individual, para que o resultado coletivo seja alcançado. No entanto, não basta escolher qualquer indicador e estampá-lo nas paredes da fábrica ou do escritório.

Encontramos em certas empresas quadros de gestão à vista que só dão trabalho para quem executa e ninguém nunca lê. Por quê? Certamente porque apresentam os indicadores errados no local errado. Seria o mesmo que você estar num jogo de Flamengo e Corinthians e o placar mostrar o resultado de Fluminense e São Paulo.

Os indicadores devem ser mostrados às pessoas certas e devem atender a uma necessidade de controle. Você não precisa abrir números de uma área para a outra. Mas cada um precisa saber sobre o jogo que está jogando.

Para divulgar o que é importante para as pessoas certas,  é preciso pensar especificamente em determinadas áreas. Nas fábricas, em vez de haver gestão à vista em quadros grandes num só ponto da linha de produção, seria preciso haver quadros menores, colocados estrategicamente em posições onde o controle é necessário, seguindo as instruções do padrão técnico de processos.

Esse padrão fornece, a cada etapa do processo, os indicadores com as metas a ser atingidas. No setor de vendas, é necessário que cada vendedor saiba de seu desempenho quando comparado ao de seus pares. Cada supervisor deve ter os próprios indicadores.

Certa empresa que conheço bem faz uma reunião diária matinal com todo o setor comercial. Cada vendedor recebe uma folha de papel com seus resultados anteriores e as metas do dia, da semana e do mês.

O supervisor, que se reúne com seus dez vendedores todo dia, tem sobre sua mesa de reunião um quadro com os resultados da supervisão atualizado diariamente para que ele possa comentar com sua equipe. Finalmente, o gerente de vendas também tem seus indicadores para que possa comentar ao fim da reunião. Uma empresa sem gestão por indicadores e metas é como um barco à deriva.

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Diário da TI: apertem os cintos, os dados sumiram

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Essa é uma história fictícia, qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.

José era Diretor de TI em um grande grupo de empresas de sua cidade e tinha comprado um projeto para seu data center de um dos grandes fabricantes nacionais, nada muito grande, mas tudo do bom e do melhor: três servidores para virtualização lotados de memória e processadores com muitos núcleos, switches e storage com algumas dezenas de discos.



Dirceu, o proprietário do grupo, costumava mostrar, todo orgulhoso, para os visitantes da sua empresa o data center que tinha montado, com piso elevado, extintores de incêndio de CO2 do lado de fora da sala e cabeamento estruturado. Ele não tinha ideia porque as luzes dos equipamentos piscavam tanto, mas achava aquilo bonito, tanto é que mandou quebrar a parede em frente aos racks, o equivalente a uma janela, e colocou um vidro temperado ali, para poder ver e exibir sem abrir a porta, afinal, aprendeu com José que era importante manter a temperatura dentro do data center, e abrir a porta para levar as visitas para dentro alterava drasticamente a temperatura.

Por dois anos tudo correu muito bem, o máximo de problemas que José teve foram 2 discos do storage que apresentaram defeito, mas o equipamento estava configurado para alertar o fabricante, e antes mesmo que José percebesse o problema, tinha um técnico do fabricante na porta com um HD novo para trocar.

Numa terça-feira ensolarada José chegou para trabalhar logo cedo, como de costume pegou seu café e foi para sua mesa ler os e-mails. Mal imaginava o que lhe aguardava naquela manhã.

Às 9:41 a primeira ligação aconteceu, um usuário reclamava de lentidão. Isso era algo bem incomum, e a última vez que ouviu isso faziam mais de dois anos, com a infraestrutura antiga. José estranhou quando ouviu o técnico do suporte atendendo a ligação e resolveu ir até a mesa dele para acompanhar de perto.

O técnico fez alguns testes iniciais e acessou o computador do usuário. Um relatório que estava demorando quase 2 minutos para processar, o usuário dizia que normalmente era tirado em cerca de 30 segundos. José deu uma relaxada, o técnico abriu um ticket de suporte para a equipe de desenvolvimento investigar, possivelmente era alguma querie mal escrita.

Alguns minutos depois veio a segunda ligação, lentidão novamente, mas dessa vez era na tela de cadastro de notas fiscais. Isso era bem incomum, e logo, vieram outras ligações e a fila de chamados começou a crescer rapidamente, com lentidão no cadastro de clientes, nas ordens de serviço e em pedidos de compras.

Resolveram acionar o responsável pelo banco de dados. Eles costumavam chamar um DBA autônomo, o Luiz, muito prestativo, estava disponível e acessou imediatamente o servidor de banco de dados da empresa. Ele examinou o consumo de memória, cpu, procurou por Locks, nada anormal. Sem ideias, sugeriu um reboot. Já era por volta das 11 horas, horário de almoço da maioria da fábrica, José conversou com Dirceu (que a essa altura já tinha vindo umas duas vezes até a sala da TI) e autorizaram o reboot às 11:05h.

Feito o reboot, os serviços subiram normalmente, José fez alguns testes e aparentemente tudo tinha normalizado. Ele ficou ao mesmo tempo contente e desconfiado, não sabia o que tinha acontecido. Mesmo assim foi para o almoço, já era 11:40h e estava com bastante fome.

12:20h o celular de José começa a tocar. Era um membro da sua equipe, dizendo que as reclamações voltaram. Alguns funcionários tinham voltado do almoço e estavam enfrentando dificuldades para realizar suas tarefas. José, que já estava comendo a sobremesa, ligou imediatamente para Luiz, o DBA, e o celular dele estava fora de área e caiu em caixa postal.

Enquanto voltava do refeitório para sua sala, José insistiu na ligação para o celular de Luiz, sem sucesso. Chegando lá buscou pelo número fixo de Luiz, ligou e ele atendeu. José informou a Luiz que ainda estava com problemas; Luiz acessou novamente e começou a investigar.

Nesse ponto José estava se sentindo muito mal, tinha comido às pressas, e o nervosismo transparecia em sua face, não sabia o que estava acontecendo, ao mesmo tempo em que prejudicava o trabalho da empresa. Ele sabia que tinha que resolver aquilo rápido.

Às 13:02h toca o telefone, é da portaria, tinha um representante do fabricante do hardware ali na porta. José perguntou pra equipe se alguém tinha chamado ou esperava por alguém, ninguém soube dizer. José não queria ninguém para vender nada agora, pediu para perguntar o assunto, ficou sabendo então que era um técnico e pediu para entrar imediatamente.

Ao chegar na sala, o técnico informou que tinha um alerta do storage, que uma das controladoras tinha apresentado problemas e se desligou e que ele tinha ali uma controladora nova para substituir.

José sabia que era um procedimento delicado, contou da situação de lentidão e perguntou ao técnico se poderia ser aquilo, o técnico disse que sim. Na dúvida José ligou para Luiz e fez a mesma pergunta. Luiz disse que já tinha visto casos assim, que alguns storages, quando uma controladora desliga, a secundária assume todas as conexões, mas o cache cai pela metade junto com a controladora problemática. Ele apoiou a troca e disse que já tinha visto esse procedimento ser feito, que era bem tranquilo e não teria interrupção.

José e o técnico foram para dentro do data center com a nova controladora e ferramentas em mãos, de fato, tinha um led vermelho aceso no storage, e José começou a ficar aliviado pensando que tudo se resolveria.

O técnico soltou os grampos de fixação da controladora problemática e puxou a mesma, os leds vermelhos se apagaram, ele removeu com cuidado para não desconectar nenhum cabo dos demais componentes. Ao colocar a controladora velha de lado, pegou imediatamente a nova e foi em direção ao storage. Começou a introduzir a mesma no equipamento, chegou no ponto de contato, apertou firme e prendeu os grampos de fixação.

Alguns segundos depois, os leds já tinham feito um show pirotécnico indicando o diagnóstico, e, ao invés de estarem todos verdes, estavam um misto de verde e laranja. Confuso, José perguntou para o técnico se já tinha visto isso, ele disse que sim, e precisava ligar para apoio da central.

Depois de alguns minutos de espera, o técnico que estava na empresa conseguiu ser atendido por um técnico da central. Ao descrever a situação dos leds, o técnico da central disse que teriam que acessar a interface de administração do equipamento. Eles foram para fora do data center, e José indicou para o técnico um computador que estava em um canto específico, disse que aquele computador poderia administrar todos os servidores, e tinha todos os softwares necessários para isso.

Eles foram juntos, José prontamente levou as senhas necessárias para os acessos. Ainda com o técnico da central na linha, eles acessaram e visualizaram a mensagem: "Error 408: version mismatch". O técnico da central já sabia o que era isso: a versão da controladora velha e da nova não batiam, eles fizeram mais alguns procedimentos e confirmaram: a controladora velha era versão 3.51, e a nova 4.10.

A saída era simples, atualizar a controladora velha para a nova versão, mas como só ela estava operacional, ela precisaria rebootar no final, isso causaria indisponibilidade do ambiente, e era necessário ter certeza que o backup estava em ordem.

Já era 16h, Dirceu apareceu na sala, José estava otimista porque tinham encontrado o problema da lentidão, embora ainda não resolvido, a solução parecia simples agora. José aproveitou e comunicou a Dirceu que eles planejavam uma parada geral nos sistemas às 17:10h, hora que a fábrica fechava e a maioria dos funcionários iam embora. Ele e sua equipe ficariam ali para assegurar que tudo estivesse ok, e no dia seguinte, as coisas estivessem funcionando perfeitamente, Dirceu aprovou.

José já tinha tomado todas as medidas necessárias, pediu para Luiz um backup extra em disco, só por garantia. Validou se as rotinas do backup da noite tinham corrido tudo ok, passou um e-mail comunicando a parada para toda a equipe, pedindo para desligarem seus computadores às 17:05h no máximo.

Chegada a hora programada, José ligou para Luiz para confirmar se tinha acabado o backup, esse informou que não, que o processo ainda estava rodando, pelo tamanho que o arquivo estava, ainda demoraria uns 20 minutos pra terminar. Algumas ligações depois e longos minutos de espera, Luiz informa que o backup terminou, que poderiam prosseguir, já era 18:20h, Luiz não tinha previsto que a lentidão do storage afetaria tanto assim a rotina do backup.

Nesse horário começaram a desligar todos os sistemas, shutdown no banco de dados, desligaram as máquinas virtuais, e finalmente os hosts e servidor de banco de dados. O técnico do fabricante que ainda estava ali, ligou para a central para pedir apoio no procedimento. A central acessou remotamente a máquina de administração e juntos foram seguindo o passo a passo: o download do firmware tinha sido feito previamente, acessaram a interface do storage, em System, Firmware Upgrade, clicaram no botão, localizaram o arquivo e clicaram em Send.

Após aceitarem o aviso de Warning, indicando que a controladora ficaria indisponível, foram os minutos mais tensos da carreira de José, aquele contador de porcentagem que foi rápido até os 95%, parecia que não sabia nenhum número acima disso... embora tivesse nobreak, e o técnico tivesse indicado que o procedimento era bem seguro, José sabia da importância dos dados que ali estavam para a empresa.

Finalmente chegou a hora da verdade, e a controladora rebootou para assumir a nova versão de firmware, após o show pirotécnico dos leds, os mesmos se estabilizaram e ficaram todos verdes. Na interface de gerência, ainda tinha um aviso de Warning, que informava que a versão do firmware dos HDs tinha que ser atualizada. Com apoio do técnico da central, José e Henrique (o técnico que estava in loco) realizaram o procedimento, mais alguns minutos de tensão...

Após mais alguns longos minutos, tudo estava atualizado, as mensagens de Warning tinham desaparecido, os DiskGroups estavam online, enfim, tudo na mais perfeita ordem.

O técnico Henrique já pensava na 1h de estrada que pegaria e logo estaria com a família, José também já estava mais aliviado, mal sabia ele o que ainda aguardava.

José ligou para Luiz, informou que tinham terminado o procedimento e que ele deveria verificar se o banco de dados tinha subido normalmente. Sua equipe começava a ligar os hosts para depois ligar as máquinas virtuais.

Alguns minutos depois, as máquinas virtuais já estavam todas no ar, José liga novamente para Luiz para ver se o banco de dados estava ok, quando recebe a má notícia: "o banco não subiu, pois não consigo enxergar os volumes do storage". José sente um frio na espinha.

Após alguns minutos de diagnósticos entre Luiz, Henrique e Paulo (o técnico remoto do fabricante), eles entendem que o storage está tudo certo, os dados estão lá, mas o servidor de banco de dados não consegue enxergar o volume.

Eles começam o diagnóstico básico, validam se o volume está apresentado, se os cabos do storage estão conectados aos hosts, se o mapeamento está correto, executam um scan no servidor para encontrar os volumes, e nada.

Joaquim, um dos membros da equipe de José tem uma ideia: porque não apresentam o volume para uma máquina virtual, afinal o ambiente virtual estava em ordem, e aparentemente o problema era só no servidor de banco de dados. Esse era inclusive o plano de contingência deles em caso de problemas no servidor físico.

Enquanto Henrique, Paulo e Luiz seguem o diagnóstico, José informa a ideia de Joaquim, e esse último começa a iniciar a máquina virtual. Como ninguém tem nenhuma objeção à ideia, eles refazem o mapeamento do storage para apresentar os volumes para o servidor virtual de contingência.

Luiz acessa o servidor de contingência, eles executam um scan, e os volumes do storage aparecem. Luiz confirma que os dados estão todos ali, mas ele não pode subir o banco naquele momento, pois não tem o último patch que ele aplicou no servidor de produção aplicado ali.

José sabe que isso levantará a base de dados, mas também sabe que o servidor de contingência foi dimensionado para ser apenas contingência, e haverá falta de recursos e possível lentidão no dia seguinte, essa não é uma opção segura.

Já são 19:40h, a equipe começa a apresentar sinais de cansaço, todos estão com fome e José resolve encomendar uma pizza para levantar a moral.

Quando a pizza chega às 20:16h, Luiz está terminando o download dos patches para aplicar no servidor, mas infelizmente não está ali para desfrutar da guloseima. Enquanto ele aplica os patches e sobe o banco, o restante da equipe se delicia.

Com o servidor de contingência em pleno funcionamento, José está um pouco menos tenso, mas sabe que é uma situação insustentável para o dia seguinte. Enquanto boa parte da equipe testa se está funcionando tudo corretamente, José e os técnicos do fabricante ainda se debatem para entender o que aconteceu de errado com o servidor de banco de dados principal e começam a encontrar algumas pistas.

Depois de rodar um software de diagnóstico do fabricante, o mesmo gerou alguns alertas referente a versão do firmware instalado nos servidores. Paulo sugeriu a atualização dos mesmos, mas Henrique teve o cuidado de validar no manual atualizado online sobre a compatibilidade, e observou na matriz de compatibilidade que aquela versão do firmware da placa HBA não seria compatível com a versão do sistema operacional, obrigando a instalação de um patch maior no mesmo.

Com o plano de upgrade improvisado na mão, os técnicos do fabricante começaram a baixar as versões novas de firmware e patch do sistema operacional, alguns gigabytes depois e com tudo em mãos, começaram os procedimentos, enquanto José cruzava os dedos e Luiz aproveitou o intervalo para comer um lanche rápido.

Cerca de 30 minutos depois os updates de firmware e sistema operacional estavam aplicados, chegou a hora de testar a conexão com o storage. O restante da equipe tinha terminado de fazer os testes no servidor de contingência, desanimados porque teriam que fazer todo o trabalho novamente.

José autorizou o failback para o servidor de produção, a equipe parou a base de dados no servidor de contingência, remapeou o volume do storage para o servidor de produção principal, e, ao rodar o scan, todos os volumes foram encontrados.

Luiz começou imediatamente o processo para ativar a base de dados, por sorte nenhuma informação foi perdida, os patches do banco de dados estavam aplicados, foi necessário apenas recompilar os drivers de conexão o que lhe tomou mais 30 minutos de trabalho extra.

Por volta das 23:15h a base estava de volta no ar, a equipe de sistemas ainda precisava testar para ter certeza que estava tudo em ordem. Por sorte tinham um processo documentado que demorava pouco mais de 1h, mas a chance de erros a essa hora da noite, com a equipe toda cansada era enorme, foi quando José apareceu com café, chocolate e barras de cereais para todos.

Às 0:43h a equipe estava saindo da empresa, indo para casa, exaustos, mas com a satisfação de dever cumprido.

José dirigia pra casa, pensando em lições aprendidas, no que poderia ter feito preventivamente, mas ele ainda estava preocupado, pois sabia que isso não terminaria ali, tudo seria resolvido no dia seguinte logo pela manhã em uma reunião com Dirceu.

Para que isso não aconteça na sua empresa, entre em contato:

Entre em Contato >>



Sobre o autor
Fernando Ulisses dos Santos
Diretor de Tecnologia na Blue Solutions
Especialista em Segurança da Informação
Certificado VCP-DCV, VCAP-DT, VCP-DT
Fernando Ulisses dos Santos

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Blue Solutions participa do Premium Partner Meeting X

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A Blue Solutions participou do Premium Partner Meeting X, entre os dias 28 e 30 de agosto de 2015. O evento, que chegou em sua 10ª edição, ocorreu em Campinas/SP, no hotel Royal Palm Plaza e o tema deste ano foi "Na pele do CIO: a visão de quem compra e administra TI".


O encontro foi promovido pela Network 1, distribuidor Dell e de outros fabricantes de tecnologia grandes no Brasil,  e foi voltado aos clientes que fazem parte do programa de canais (Premium Partner Program), reunindo os principais parceiros de negócio.


O executivo Edgar Monteiro, acompanhado por sua esposa Angelica Monteiro e seus filhos, representaram a Blue Solutions no evento, que durou três dias e proporcionou  momentos de lazer, relacionamento e negócios, com uma agenda com diversas atrações e reuniões direcionadas.




A novidade dessa edição foi o modelo dinâmico e efetivo das reuniões de negócios entre clientes e fabricantes de interesse, indicados previamente por ambos.



Assista aos melhores momentos:

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Indicadores de Gestão para Vencer a Crise!

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Adicione Controle ao seu Negócio

Adicione KPIs e Dashboards em Tempo Real com Business Monitor

Épocas de crise requerem maior controle do negócio para sobreviver e posteriormente prosperar: controle sobre custos, controle sobre vendas e controle sobre estoques, produção e qualidade.

A maioria dos sistemas de gestão (ERPs) coleta muitas informações e gera centenas de relatórios, mas o acompanhamento deveria ser mais fácil para o usuário final e gestores de departamentos, permitindo ao mesmo a tomada de pequenas decisões no dia a dia que tragam resultados no final do mês.

Ter um sistema capaz de exibir essas informações com indicadores em tempo real permite a correção de desvios enquanto eles acontecem, no dia a dia, e não apenas apenas no final do mês, quando os resultados ficaram ruins e não há mais tempo para fazer mais nada.

Business Monitor é uma ferramenta de BAM (Business Activity Monitoring) que permite criar Indicadores (KPIs) que atualizam automaticamente em tempo real, permitindo aos usuários e gestores uma visão rápida e fácil de entender o que está acontecendo na empresa nesse momento e tomar uma ação sobre isso.

Integra-se aos principais ERPs do mercado através dos principais bancos de dados, tais como SQL, Oracle, Firebird, MySQL ou PostgreSQL, e permite extrair informações às vezes não disponíveis nos sistemas.

Alguns exemplos de indicadores:
  • Indicadores de Vendas
  • Faturamento no Mês
  • Novos Clientes no Mês
  • Produção por Hora
  • Tempo de Espera do Cliente
  • Ordens de Serviço fechadas no dia
  • Contas a Receber e a Pagar no Dia
  • Faturas atrasadas de clientes
  • Insumos com estoque Baixo
  • Índices de satisfação de Clientes

Conheça mais sobre o Business Monitor e adicione controle ao seu negócio também.

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De 50 para 10: Mude de KPIs estáticos para Tempo Real

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Um estudo recente do Instituto de Performance Avançada (The Advanced Performance Institute)
denominado "20 anos de Mensuração e Gestão da Performance dos Negócios" (20 Years of Measuring and Managing Business Performance) revelou que menos de 20% das empresas afirmam que obtém conhecimentos regulares (geralmente usando Indicadores de Desempenho ou KPIs - Key Performance Indicators), que melhoram dia a dia as tomadas de decisões em todos os níveis.



O mesmo estudo mostra que a alta administração parece se beneficiar, mas não todos. Porque é assim?  De acordo com minha experiência isso se origina do fato que os KPIs foram feitos para as “Reuniões Mensais de Diretoria” - contendo 50 slides da plataforma de Gestão de Processos e Negócios. Para melhorar o dia a dia das tomadas de decisões em todos os níveis, as organizações precisam repensar os KPIs e focar na redução do número de KPIs, enquanto movem estes do estático para KPIs em tempo real.

Há três pontos para considerar quando se repensa sua estratégia de KPI e muda de estático para tempo real:

Maturidade do KPI em Tempo Real

A organização está pronta para acompanhar KPIs em tempo real? As questões chave são:

  • Pessoas específicas dentro da sua organização podem manusear e gerenciar essas métricas?
  • Os recursos de base de dados na qual os KPIs são derivados podem ser acessíveis?

Um modo de avaliar isso é a empresa definir os KPIs, a origem e a frequência de atualização e avaliação. Uma vez que se tenha esse “KPI Inventory” (“Inventário de KPIs"), estes podem ser agrupados por organização (usuários de KPIs) e atualizar/revisar a frequência para melhor determinar como redesenhar as métricas de negócios, que é outro ponto a considerar.

Redefina as métricas do seu negócio

Isso pode incluir KPIs mais novos e/ou a frequência de atualização e uso. KPIs trimestrais podem migrar para mensais, mensais para semanais, semanais para diários e diários para tempo real? Usando os critérios de maturidade acima, os dados que alimentam esses KPIs podem ser acessados nessa base? A visibilidade e/ou habilidade de reagir para seu novo conjunto de KPIs em tempo real podem conduzir melhor valor do negócio? Finalmente, a sua organização pode lidar com esses KPIs em tempo real?

Dois exemplos de como redesenhar as métricas do seu negócio:

Novos Tipos de Indicadores de Performance - KPIs

Enquanto a rentabilidade é normalmente mensurada em base trimestral ou mensal em nível corporativo, as organizações podem melhor conduzir a rentabilidade entendendo isso como um produto “custo por”, como é no estágio da manufatura/industrial. Alguns produtos onde os rendimentos ou flutuações na qualidade da matéria-prima aumentam ou reduzem os custos, podem ter um impacto real na lucratividade da empresa. Quando todos os produtos são gerenciados pelo “custo-por” KPIs em toda a organização e em tempo real, fatores da lucratividade da empresa podem ser melhor entendidos.

Um KPI que conduz valor de negócio vai de semanal a tempo real

Em algumas cadeias de abastecimento onde a conformidade ambiental pode ser um grande fator, ambos em termos de rentabilidade/lucratividade em percepção pública, gerenciando KPIs tais como a taxa de reciclagem dos resíduos, marcas de carbono e de água em nível de tempo real pode permitir as organizações gerenciar melhor suas métricas verdes.

Mantenha isso simples e breve (KISS – Keep it Short and Simple)

Informação em tempo real permite reduzir o número de KPIs usados para se gerenciar um negócio. Os 50 slides de BPM em muitos casos não são necessários. Enquanto KPIs em tempo real podem beneficiar todos em uma organização, cada membro do time precisa manter o foco específico pertinente a sua função, nível e capacidade para responder a KPIs em tempo real. Portanto, simplificações precisam ter o lema: curto, simples e fácil de acessar e revisar.

Em resumo, reduzindo e migrando alguns KPIs para tempo real, benefícios podem ser dirigidos para o seu negócio através da força de todos os níveis de uma organização e melhorias diretas na cadeia de suprimentos.

Fonte: John Oskin, Sage Clarity. Tradução: Patricia Trevisan

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Rede Aparecida revitaliza Data Center com o apoio da Blue Solutions

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A Rede Aparecida

A Rede Aparecida consiste em uma emissora de Televisão e 3 emissoras de Rádio, sendo a Rádio fundada há 64 anos e a TV Aparecida irá completar 10 anos de vida em setembro próximo.

Fonte: Site Rede Aparecida

A Rádio Aparecida, sediada na cidade de Aparecida/SP, foi fundada em 8 de setembro de 1951, e está conectada com os eventos religiosos e culturais realizados no espaço do Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. A emissora é apoiada por seus inúmeros ouvintes que abraçando o ideal da comunicação tornam-se representantes e associados do Clube dos Sócios, projeto iniciado em 7 de setembro de 1955.

Na trajetória da Rádio Aparecida sempre houve o acompanhamento das mudanças tecnológicas ao longo do tempo a fim de proporcionar uma sintonia de qualidade nas frequências da emissora. Em 2013, aconteceu a troca dos transmissores de Ondas Curtas, o que garantiu de imediato um alcance bem maior da emissora pelo país. Em 2015, foi a vez do sinal pela parabólica voltar definitivamente, proporcionando aos ouvintes sintonizarem o canal de áudio da Rádio Aparecida pela televisão. A Rádio Aparecida também pode ser ouvida pelo portal na internet do grupo "Aparecida" (www.a12.com) e por aplicativo de celular.

A TV Aparecida é uma rede de televisão que apresenta uma programação educativa e conteúdos religiosos. Possui programas culturais, educativos, jornalísticos, esportivos, musicais, femininos, filmes e desenhos infantis, demonstrando seu cuidado e parceria com as pessoas.

A TV Aparecida se destaca entre as 14 maiores redes de televisão do Brasil, segundo a ANATEL. Seu sinal está disponível para todas as antenas parabólicas digitais e analógicas do país. Em canal aberto, opera em 22 estados, no Distrito Federal, sendo 20 capitais e 276 municípios, cobrindo uma população de 70 milhões de pessoas. Atualmente, 50% de sua programação é produzida em HD e seu sinal digital está disponível nas principais capitais do Brasil, proporcionando ao telespectador uma experiência audiovisual mais agradável, com som e imagem de alta definição.


A Blue Solutions 

A Blue Solutions está no mercado de TI há 11 anos e é especializada em serviços de continuidade de negócios e soluções de TI para suprir as necessidades corporativas de ponta a ponta, através da oferta de hardware, software e serviços de TI para empresas de pequeno, médio e grande porte. A Blue Solutions teve a oportunidade de participar, projetar e implementar mais um projeto de revitalização de data center, agora na Rede Aparecida, no Vale do Paraíba/SP.


O Projeto

A revitalização ocorreu no 2° semestre de 2014, a qual contempla a linha de storage Equallogic com capacidade de 39 TB e ainda compõe ao cluster a linha servidores PowerEdge e Switches redundantes, solução de backup em disco com AppAssure. Todo este projeto foi possível através de nosso principal parceiro de negócios, Dell Computadores, fabricante que pelo 10° ano consecutivo é líder brasileiro em venda de servidores.

O objetivo do projeto era substituir equipamentos obsoletos da Rede Aparecida para que pudessem acompanhar a tendência mundial, virtualizando os seus servidores através da plataforma Microsoft Hyper-V.

Michelle Feierabend, Executiva de Contas da Blue Solutions, diz que "essa revitalização foi possível graças a confiança da Rede Aparecida no trabalho da Blue Solutions, e claro do fabricante Dell, por sermos parceiros há mais de 5 anos.  Tivemos diversas visitas comerciais e técnicas com nossos arquitetos, diagnosticando gaps existentes, assim mensuramos/desenhamos o projeto para atender a real necessidade, adequando a solução para o negócio da Rede Aparecida com preço competitivo".

"Posicionamos a solução Equallogic por ser uma tecnologia confiável, escalável e que permite o crescimento sem comprometer o investimento realizado e performance no armazenamento do cluster, permitindo a Rede Aparecida centralizar gerência e ambiente estável, deixando a TI focada em entregar melhores resultados aos usuários internos", completa Michelle.


Importância e Resultados do Projeto

A seguir, Júlio César dos Santos, Gerente de Tecnologia da Rede Aparecida, nos fala como foi o projeto e o que este significou.

"Para nós, da Rede Aparecida, esse projeto trouxe uma maior tranquilidade em revitalizar o data center garantindo maior disponibilidade dos serviços aos nossos “clientes internos”. Continuamos a parceria de sucesso com a Dell que já dura quase 10 anos, agora muito bem representada pela sua parceira Blue Solutions, e destaca-se a dedicação dos profissionais da Blue durante a fase de desenho do projeto, pois tivemos várias reuniões e discussões por quase 6 meses até chegar na melhor solução que pudesse contemplar o melhor cenário custos X benefícios para a Rede Aparecida.

Vale destacar também o excelente serviço pós-vendas prestado pela Dell Computadores, que hoje equipa quase 98% da Rede Aparecida de Comunicação, contemplando desde servidores, switches até desktop do usuário final. Diante da grande qualidade dos produtos tivemos uma drástica redução no estoque de peças que tínhamos de manter, reduzimos o consumo de energia com os novos equipamentos mais eficientes e, por consequência, damos condições aos nossos colaboradores de estarem focados no trabalho que precisam realizar.

A Blue Solutions, através de seus profissionais que implementaram o ambiente, destaca-se pela qualidade, seriedade e comprometimento na realização de um serviço de excelente qualidade.

Por fim, manifesto nosso contentamento com as parceiras Dell e Blue Solutions e renovo o desejo de continuar novos projetos e a manutenção deste parque tecnológico, para melhor servir as necessidades da Rede Aparecida que vem crescendo a cada ano."


Colaboração: Júlio César dos Santos, Gerente de Tecnologia da Rede Aparecida, e Michelle Feierabend, Executiva de Contas da Blue Solutions.

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DrillDown? Sim, nós temos com o Business Monitor 1.8.0

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A nova versão do Business Monitor traz o recurso de Drill Down.

Com o Drill Down é possível clicar em um valor dentro do gráfico e visualizar os dados que compõem esse gráfico, como na imagem abaixo:


Isso permite explorar os dados que compõem um determinado gráfico, como no exemplo acima, o gráfico indica os valores a receber por dia, e ao clicar sobre um dos componentes do gráfico, ele exibe exatamente quais serão os valores recebidos.

Confira o Drill Down em operação no site de demonstração.

Junto com essa atualização, também foram atualizados todos os principais componentes, o que abrirá várias possibilidades futuras.

Bugs corrigidos:

  • Ao gerar uma tabela com componente tipo link, caso o link fosse vazio, era gerado um link inválido apontando para o próprio BM.

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Lançamento Oracle Cloud Computing

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No mês passado a Oracle lançou no mercado seu próprio serviço de computação em nuvem, a Oracle Cloud Computing.


Não importa qual é sua função nos negócios, a moderna tecnologia de computação em nuvem pode ajudar você a ver novas oportunidades de negócios e inovar com mais rapidez. A Oracle Cloud Solutions está ajudando pessoas em todos os níveis das organizações a serem bem sucedidas nos negócios modernos.


O que é Computação em Nuvem?

A definição simples: Trata-se de um estilo de computação com base em recursos compartilhados, elásticos, oferecido para usuários em autoatendimento, usando tecnologias da Web. Além disso, se perguntar a cinco pessoas “o que é computação em nuvem?”, você certamente receberá cinco respostas diferentes. Por quê? Porque o que importa para elas não é o que seja a computação em nuvem, mas o que ela faz por elas.

Para entender plenamente a computação em nuvem em uma empresa, você precisa compreender os diferentes benefícios funcionais que determinam a popularidade da nuvem. Vejamos a nuvem pela lente de diferentes funções em uma empresa e imaginemos como elaborar uma estratégia em nuvem coesa que funcione para todos na empresa.

Acesse a matéria O que é computação em nuvem e quais os principais tipos e entenda mais sobre o assunto e os termos dessa tecnologia.


Algumas soluções de Oracle Cloud como plataforma de serviços - PaaS
  • Database
Disponíveis como DBaaS (banco de dados como serviço) ou como plataforma de desenvolvimento e implantação completa, os serviços de banco de dados permitem que você configure e implante de modo rápido, fácil e flexível.

  • Database Backup
Use uma solução simples, dimensionável e de baixo custo para realizar operações de backup e recuperação com segurança e perfeição entre Oracle Databases no local e o Oracle Cloud.

  • Documents
Baseada na nuvem, a flexível solução Oracle de compartilhamento de arquivos simplifica a colaboração com o gerenciamento de arquivos de autoatendimento que se integra ao Oracle Applications para sincronizar conteúdo de modo seguro em dispositivos móveis e desktops.

Fonte: Site Oracle

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Dell lidera mercado brasileiro de PCs pelo segundo trimestre consecutivo

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A Dell manteve a liderança no mercado brasileiro de PCs, com 18,7% de todas as unidades vendidas, no segundo trimestre de 2015, de acordo com relatório divulgado pela consultoria IDC Brasil. Em 15 anos de atuação no Brasil, essa é a maior participação de mercado conquistada pela companhia no segmento, ao registrar o segundo trimestre consecutivo de liderança nas vendas de computadores no país.

"O resultado reflete a atuação mais agressiva da Dell no mercado brasileiro de PCs, com investimentos em inovação e na expansão da oferta de equipamentos com recursos avançados e de novas categorias, como notebooks 2 em 1, que reúnem computador e tablet em apenas um produto. Além disso, buscamos proporcionar uma experiência muito positiva no processo de compra, por meio de um atendimento eficiente e serviços agregados, como a pioneira oferta de Garantia a Domicílio e o Complete Care", afirma Luis Gonçalves, Presidente da Dell Brasil.

Para Rosandra Silveira, Diretora-Executiva para Consumidor Final e Pequenas Empresas da Dell Brasil, o varejo foi fundamental na manutenção dessa liderança durante todo o primeiro semestre do ano. "Em 2014, aumentamos em cinco vezes o número de lojas varejistas que comercializam desktops e notebooks da Dell, e seguimos com um trabalho focado em garantir o protagonismo dos nossos produtos nos maiores sites de comércio eletrônico do país", relata Rosandra.

Em apenas um ano, a Dell saltou da quarta para a primeira posição nas vendas gerais de PCs no Brasil. O presidente da Dell reforça que essa ampliação na participação no mercado de computadores reflete uma estratégia baseada em diversos pilares: a oferta de um portfólio completo e adequado a diferentes necessidades dos clientes; a qualidade dos produtos e dos serviços; a comercialização dos computadores como parte da oferta de soluções de TI ponta-a-ponta; e a expansão nos canais de vendas.

"Com foco em soluções tecnológicas, que vão desde os computadores até infraestruturas de TI corporativas, a Dell ainda mantém posição de destaque em outros segmentos-chave no país, como na venda de servidores, e registra avanços expressivos na comercialização de networking, storage, soluções de segurança e gerenciamento de infraestrutura", explica Luis Gonçalves. A oferta de computadores faz parte da estratégia da Dell de posicionar-se como fornecedora de soluções de TI ponta-a-ponta, por meio de um portfólio completo – que inclui hardware, software e serviços – voltado desde usuários finais, micro, pequenas, médias e grandes empresas.

Sobre a Dell Brasil

No Brasil desde 1999, a Dell é líder mundial em soluções de TI, com oferta de produtos, serviços e software para clientes de diferentes perfis – desde usuários finais até grandes empresas. A Dell escuta seus clientes e oferece tecnologia e serviços inovadores para que empresas e profissionais possam prosperar no ambiente de negócios e tenham o poder de fazer mais. Para mais informações sobre a Dell, acesse o site  www.dell.com.br ou telefone 0800-70 14 185. Para entender como a Dell ajuda seus clientes a fazer mais, acesse www.dell.com.br/domore.

Dell World

Entre 20 e 22 de outubro, a Dell promove o Dell World 2015 (Inglês), evento global que reúne profissionais de tecnologia e negócios para promover o relacionamento, compartilhar ideias e ajudar a cocriar um futuro melhor. Saiba mais em www.dellworld.com (Inglês) e siga a #DellWorld no Twitter.

Fonte: Dell

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