A cada dia o ambiente de tecnologia da informação vem sendo mais importante, pois cada vez mais a TI está relacionada diretamente com os negócios das empresas.

Profissionais de TI são cada vez mais cobrados para garantirem a alta disponibilidade de ambientes sem qualquer “downtime” nos serviços críticos e de negócios da empresa. O problema é que esse processo de garantir que não ocorra qualquer problema no ambiente não é uma tarefa fácil quando não se utiliza uma ferramenta de monitoramento para o mesmo.

Fonte: Profissionais TI

Quando falamos de um ambiente de TI, o “downtime” pode ser ocasionado desde um problema de aquecimento nos servidores a um problema numa porta de switch. Realizar uma avaliação manual item a item para descobrir a causa raiz de um problema pode ser bastante trabalhoso e até mesmo consumir diversas horas de trabalho visto que, quanto maior o ambiente, maior a demanda de gerenciamento.

De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria norte-americana Forrester, com 157 profissionais de TI, o custo de uma hora de inatividade (downtime) em uma organização pode variar entre 10 e 1 milhão de dólares.

O estudo também apontou muitas informações relevantes, tais como:

34% dos entrevistados passam por problemas de indisponibilidade todos os dias;
42% levam entre uma hora e uma semana para identificar a raiz de um problema nos serviços de TI;
60% deles costumam envolver entre quatro e dez funcionários na solução do problema.
Observem que, além de termos a indisponibilidade dos serviços, ainda temos os recursos de colaboradores utilizados de forma inadequada, visto que poderiam estar em projetos com foco no negócio, agindo proativamente e não “apagando incêndios”.

Mas, quando falamos na importância do monitoramento, não limitamos apenas a agir proativamente não deixando que ocorra um “downtime” nos serviços. Falamos também de monitoramento de recursos indiretos que poucas vezes os responsáveis pelo ambiente de TI observam. Um exemplo claro seria de uma empresa que contrata duas operadoras para garantir que nunca fique sem acesso à internet (redundância de link), mas que, após implantar um monitoramento no ambiente de TI, percebe que o segundo link fica com frequência indisponível, ou seja, a empresa paga por ambos os links e o secundário fica off-line direto. Neste caso, se o primeiro link ficar indisponível, o segundo poderia também estar, podendo assim afetar os usuários e os negócios.

Além deste cenário citado acima, o monitoramento também é muito importante para realização de investimentos corretos no ambiente de TI, pois a equipe consegue enxergar tendências do seu ambiente. A grande maioria das empresas possuem um TCO (Total Cost of Ownership), ou seja, tem uma estimativa financeira projetada para investimento no departamento de TI. Quando falamos principalmente de médios e grandes ambientes, onde o valor de TCO e de demanda são muito altos, qualquer falha pode ocasionar problemas irreparáveis.

Se o ambiente possui um monitoramento, os responsáveis pela TI conseguem obter dados suficientes para projetarem uma tendência de demanda, ou seja, é possível prever que em 3, 4, 5 meses a demanda por recursos (memória, cpu, network, discos, etc.) poderá ser maior, garantindo que o orçamento seja aplicado no que realmente é necessário.

O monitoramento de ambientes de TI possui diversos benefícios e a cada dia vem ganhando mais espaço. Devido a isso que empresas de portes variados estão investindo na criação do seus ambientes de monitoramento, denominado NOC, seja este interno ou com terceiros.

NOC é a definição de Network Operations Center ou Centro de Operações de Rede, local onde se centraliza a gerência do ambiente utilizando ferramentas de monitoramento conhecidas como Network Management System (NMS).

O NOC garante:

  • Colaboradores agindo proativamente;
  • Total disponibilidade dos serviços;
  • Projeção e avaliação de tendências;
  • Análise do Service Legal Agreement (SLA);
  • Relatórios do ambiente.

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Fonte: Profissionais de TI, matéria escrita por Jorge Pretel.

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